sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Oscar Reymundo para a XII Jornada da EBP-SC - as pirações de cada um

Oscar Reymundo, psicanalista, membro da Escola Brasileira de Psicanálise e de Associação Mundial de Psicanálise nos dá uma ótima aula sobre as pirações na neurose e na psicose, sobre o desejo e sobre as perigosas pirações contemporâneas que rechaçam as diferenças. Clique no vídeo e assista!


terça-feira, 10 de outubro de 2017

Programação da XII JORNADA DA EBP – SEÇÃO SANTA CATARINA - as pirações de cada um


Pré-Jornada

19/10/17 – quinta-feira.

LAPCIP (Laboratório de Psicanálise, Processos Criativos e Interações Políticas) e EBP - Seção Santa Catarina convidam:

19h: Conferência “A construção dos conceitos em psicanálise. Uma perspectiva epistêmica e clínica.” - Por Kuky Mildiner – AE (Analista da Escola – EOL/AMP - Escuela de la Orientación Lacaniana/AssociaçãoMundial de Psicanálise).

Coordenação: Louise Lhullier (EBP/AMP).

Local: UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) – CCS – auditório da pós.

Conferência aberta e gratuita.

Conversação Clínica – reunião restrita para convidados

20/10/17 – sexta-feira, das 14h às 16h.
Local: Castelmar Hotel.


XII JORNADA DA EBP – SEÇÃO SANTA CATARINA:

as pirações de cada um


Local: Castelmar Hotel.

20/10/17 – sexta-feira.

16h – credenciamento.

17h – Abertura da XII JORNADA por:

Eneida Medeiros Santos (EBP/AMP) – diretora geral da EBP – Seção Santa Catarina.
Liège Goulart (EBP/AMP) – diretora da XII JORNADA.

17h30 – Fred Stapazzoli (participante da EBP-Seção Santa Catarina) apresenta a obra de Valda Costa.

17h45 – Diego Cervelin (participante da EBP-Seção Santa Catarina) apresenta o texto “Que o silêncio não seja silêncio”, a partir de uma leitura do livro “Primo Levi: a escrita do trauma”, de Lucíola Freitas de Macêdo (EBP/AMP).

18h às 19h30 – Seminário de Mauricio Tarrab – AME (Analista Membro da Escola – EOL/AMP)–  parte 1

Coordenação: Laureci Nunes (EBP/AMP).

19h30 – Coquetel de lançamento da Revista Arteira, por Luís Francisco Camargo (EBP/AMP)

21/10/17 – sábado.

09h às 10h30 – Testemunho de final de análise por Kuky Mildiner (AE – Analista da Escola –EOL/AMP) – Coordenação: Louise Lhullier (EBP/AMP).

10h30 às 11h30 – Mesa 1: Discretos Delírios.

“Um delírio discreto de auto-acusação” – Luís Francisco Camargo (EBP/AMP).
“Clínica Universal do Delírio” – Cleudes Maria Slongo (EBP/AMP).

Coordenação: Maria Teresa Wendhausen (EBP/AMP).

11h30 às 12h – Mesa de apresentação dos núcleos.

12h às 14h – almoço.

14h às 15h – Mesa 2: Nós e remendos, sob transferência.

“Hena” – Oscar Reymundo (EBP/AMP).
“XY, um homem!” – Fernanda Turbat (participante da EBP-Seção Santa Catarina).

Coordenação: Silvia Emilia Esposito (EBP/AMP).

15h – Vídeo sobre Eli Heil.

15h30 às 16h45 – Mesa 3: As pirações sobre o corpo.

“Admirável Mundo Ovo” – Louise Amaral Lhullier (EBP/AMP).
“Reflexões êxtimas: 'não confunda ética com éter'" – Mariana Dias (participante da EBP-Seção Santa Catarina).
“A fixão, a ficção e a psicose ordinária” – Gustavo Ramos (participante da EBP-Seção
Santa Catarina).

Coordenação: Juliana Rego Silva (participante da EBP-Seção Santa Catarina).

16h45 às 17h15 – Coffee Break.

17h15 às 18h30 – Mesa 4: Eu piro, tu piras, elxs piram.

“Os arquivos do Islã e o futuro religioso" – Artur Cipriani da Silva (participante da EBP-Seção Santa Catarina).
“Qual a semelhança entre um corvo e uma escrivaninha?” – Leonardo Scofield (EBP/AMP).
“Uma nova piração possível” – Mariana Zelis (correspondente da EBP-Seção Santa Catarina).

Coordenação: Gresiela Nunes da Rosa (correspondente da EBP-Seção Santa Catarina).


18h30 às 20h – Seminário de Mauricio Tarrab – parte 2.

Coordenação: Cínthia Busato (EBP/AMP).

20h – Encerramento da Jornada, por Cínthia Busato (EBP/AMP) – diretora de Cartéis e Intercâmbios da EBP – Seção Santa Catarina.

20h30 – Cai e Pira - Festa de confraternização, por adesão, no Delfino 146.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017


A fantástica fábrica de chocolates

No Seminário 8, Lacan trabalha em torno das relações entre saber e amor que dão impulso ao andamento das análises na medida em que elas se orientam pela via do desejo.  Desse modo, demanda de ser ouvido constitui-se como demanda de amor que, no fundo, se mostra como uma demanda de nada – nada que perfaz aquilo que é mais próprio ao desejo, um objeto que escapa aos meandros da língua, que causa os movimentos e estertores de uma vida, ou melhor, suas aspirações e muitas pirações: é esse! Não, não é e... agora? É mais ou menos nesse ritmo que vão se abrindo as cortinas das fantasias.
Esse pequeno trecho de A fantástica fábrica de chocolate traz algo de fundamental: um analista jamais fala a mesma língua de seu paciente. Ele é sempre um estranho que age pela via do corte, não da  compreensão. Ao oferecer seus ouvidos, abre-se espaço para que uma demanda tenha lugar – pode configurar-se, então, um querer saber sobre... Ainda assim, trata-se de uma demanda que, de antemão, é demanda de ser ouvido, demanda de amor que traz, em séries de desdobramentos, os reversos das entranhas, suas pirações e aspirações, essa sopa de letras cuja gramática ou legibilidade torta um paciente encontrará... no encontro com seu analista.



Por Diego Cervelin

terça-feira, 3 de outubro de 2017

FormiguinhaZ - para a XII Jornada da EBP-SC: as pirações de cada um

Na voz de Wood Allen (olha ele mais uma vez aqui!) uma formiguinha nos mostra como a necessária alienação ao outro, em se tratando do campo da neurose, nos leva também a pirações bastantes desconfortáveis. Uma análise permite que o sujeito possa colocar em questão estes pontos de identificação em que está ancorado para, a partir disso, viver su(as) pirações com mais liberdade.


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Annie Hall - para a XII Jornada da EBP-SC: as pirações de cada um

A escandalosa frase lacaniana "Não há relação sexual" dificilmente pode ser lida sem que isso cause certa estupefação. O que, afinal, essa frase pode nós ensinar? Podemos lê-la, talvez de um jeito menos provocativo, como a impossibilidade de dois fazerem um; ou que a palavra nunca é suficiente para nomear aquilo a que se refere. Seriam as pirações de cada um um modo de tentar fazer consistir a relação com o outro? Seriam as pirações de cada um um maneira de conviver com aquilo que é da ordem do impossível aí? Se dizemos, com Lacan que não há relação sexual, podemos dizer que o amor é a piração possível que nos possibilita viver com a diferença radical que o outro sempre porta?
Veja aqui uma cena clássica de Wood Allen em que é o cômico aparece entre um homem e uma mulher.


Por Gresiela Nunes da Rosa